Fala do Sr. Renato Tasca:
Bom dia ou boa tarde, bom dia. Eu queria cumprimentar o doutor Alberto Beltrame, secretário de atenção à saúde do ministério, está representando o senhor ministro de saúde e em nome dele todas as autoridades que estão na mesa e eu gostaria muito também de cumprimentar todos os gestores do SUS que estão aqui nesse momento, que estão participando, ou diretamente ou on-line, graças às conexões, já que muitas pessoas não conseguiram participar.
Queria também cumprimentar muitas pessoas conhecidas que estão aqui que são parte das academias, que se dedicam à gestão, a construção do conhecimento que foram até importante para o SUS, eu vejo muitas pessoas conhecidas, eu vejo Carmem Teixeira da Bahia, o professor Gilson, o professor Nelsão, é muito emocionante estar junto com eles e agradeço muito de ter a chance de estar aqui.
Eu estou representando o representante da OPAS no Brasil que é o engenheiro Diego Vitória que não pôde estar aqui hoje, mas aproveito e para mim, repito, tenho o prazer, um grande prazer, uma satisfação estar aqui hoje com vocês.
Eu queria também muito rapidamente parabenizar os gestores do SUS que estão aqui e que não estão aqui que se comprometeram, compraram esta aposta da humanização e estão tentando no dia-a-dia implantar a Política Nacional de Humanização que foi uma das políticas mais inovadoras do SUS e toda vez que como (...) ou como construtor nacional eu falo, conto da experiência do SUS dentro dos meus colegas da OPAS ou fora e insisto muito sobre o caráter inovador que tem no SUS e a Política Nacional de Humanização pelo seu enfoque muito inovadora e muito desafiadora.
Eu também na década de 90 trabalhei com os gestores do meu país na Itália na área ampla de humanização e garantia de direito, de participação e democratização da saúde e eu sei como trabalhar nessa área, é frustrante, é difícil, é complicado, que é diferente de outras áreas, nós não temos o software que resolve o problema ou o mecanismo de compra, não temos soluções gerenciais que podemos importar e implantar, tudo tem que ser construído no dia a dia e os resultados não são nunca imediatos, são resultados de médio e longo prazo que trabalha numa lógica cultural, é complicado e às vezes é frustrante e por isso que os meus parabéns, eu dobro os meus parabéns por que sei que é uma tarefa difícil e complicada, tem que ter muita fé e muita paixão, mas me parece que esse grupo tem muita paixão, esteve no primeiro seminário em Vitória o ano passado, aí tinha cento e cinqüenta pessoas, se não estou errado, hoje estamos com.
Ah! 2004; desculpa, foi no outro seminário, mas de qualquer jeito me parece que de uma no para outro o crescimento é importante e não está... Para dar um reconhecimento sobre o número de pessoas que estão no Congresso, é evidente que no país as melhorias estão, na área da humanização, da política de humanização estão visíveis.
Queria só reiterar que também me juntar com as autoridades que me precederam aqui nos parabéns à coordenação nacional do programa das políticas de humanização, ao Dário que está aqui, à secretaria de assistência a saúde que apóia esse programa, como essa política é uma política prioritária e coloco mais uma vez a disposição da OPAS, sobretudo nas áreas de gestão ou de valorização dos conhecimentos, das inovações que estão sendo feitas no Brasil, eu acho que o nosso papel é um pouco ser valorizador de boas práticas e mostrar para o resto, para os outros país, dentro ou fora do Brasil, como é que um sistema universal de saúde pode crescer e pode realmente ganhar a confiança e responder as necessidades de saúde da população. Então bom seminário para todo mundo, muito obrigado e vai ser um grande sucesso, com certeza.
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